Johnny Depp Forever
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Tradução: Perguntas e respostas dos “Hollywood Vampires”!
outubro 5, 2015

Mês passado, Johnny, Joe Perry e Alice Cooper fizeram um Q&A ao vivo, transmitido via Periscope. Confiram o vídeo e a tradução transcrita da maior parte logo abaixo! 😉

AC: Somos os hollywood Vampires no Periscope Chat e vocês façam algumas perguntas e nós teremos algumas respostas que podem não ser as mais adequadas mas são as respostas.

“Como você pensou no nome da banda?”

AC: O nome da banda vem de um bar que eu tinha em Los Angeles, no Rainbow, que se chamava Hollywood Vampires porque nós só éramos vistos a noite e tudo que fazíamos era beber o sangue da videira, não o sangue da veia. Então nós éramos os Hollywood Vampires e decidimos pagar tributo para os caras que estavam bebendo lá todas as noites, e que já morreram. E cantaríamos suas músicas. Você sabe, nossos bêbados amigos mortos. […]

“Johnny, como Christopher Lee foi parar no álbum?”

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JD: Foi uma honra tê-lo no álbum. Christopher e eu trabalhamos juntos num filme chamado “A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça” e nos demos bem, instantaneamente. Sou um grande admirador do Christopher, você sabe, e de todo seu extenso trabalho. Creio que Christopher é quem tem mais créditos em filmes do que qualquer outra pessoa na história. Então, nós mantivemos contato por todos esses anos como bons amigos e então um dia me veio a ideia: “Deveríamos ter Christopher lendo algo para nós”, e então ligamos para ele para saber se ele tinha interesse e ele disse com aquela voz: (imitando Christopher) “Isso parece maravilhoso, eu adoraria fazer”. Então mandamos alguém à casa dele para fazer a gravação e ele foi, você sabe, ele foi brilhante. Acredito que esse foi o último pequeno trabalho que Christopher fez.

(Pergunta para Joe) “Quem tem maior coleção de guitarras, você ou Johnny?”

JP: Eu tenho algumas guitarras mas se formos considerar instrumentos clássicos raros acho que Johnny. […]

(Pergunta para Johnny) “Tem alguma que você gosta mais, particularmente?”

AC: Se pudesse salvar uma. Qual seria?

JD: Acho que a guitarra Duesenberg feita pra mim. Fizeram algo realmente especial. Eu pedi para fazerem algo impossível e eles fizeram. […] O que é muito especial, então essa seria a principal. Mas tem uma que acho que é a mais importante pra mim, uma que ralei pra ter quando tinha uns 17 anos, a ’56 Tele, que ainda é a minha melhor amiga.

duesenberg 56tele1

“Adorei essa pergunta: O que John Lennon diria do álbum?”

AC: Ele diria que Paul faria melhor. (risos) Tipo, “Ah está ótimo! Mas Paul faria melhor”. (risos) O que é verdade. (risos) […]

“Vocês tem a banda dos sonhos agora. Qual seria o lugar dos sonhos para tocar?”

JP: Qualquer lugar com pelo menos 10 pessoas na primeira fila. (risos) Eu não sei. Apenas amamos isso. Já é um sonho pra nós, você sabe, estarmos tocando juntos. É uma experiência para todos nós. E tocar com o Johnny… Acho que a grande surpresa é que Johnny, provavelmente, é um dos maiores guitarristas que conheço, quero dizer, sem dúvidas. […] Outra coisa é que, você sabe, ele ama música, ama guitarras. Se você não acredita, assista “Chocolate”. Ele toca e faz coisas que eu só sonharia em fazer.

JD: Isso é uma insanidade! Isso prova que de fato estou em um sonho. (risos) Porque tem os guitarristas mais influentes, você sabe, que é Keith e o Joe, muito mais o Joe por causa desse estilo dele […]. Ele é muito expressivo. Então pra mim, ouvir Joe falar sobre como eu toco é uma loucura.

AC: Então respondendo a pergunta: qualquer lugar que pague 100 dólares nós vamos tocar. (risos)

“Qual foi a música mais divertida de gravar?”

AC: Isso foi uma coisa! Você sabe, eu estava lá, em uma sala, uma pequena sala na casa do Johnny, falando sobre as músicas, blá blá blá entre outras coisas, e Paul estava sentado no piano quando ele meio que, tipo: “Ok caras, então vamos lá” e começou a tocar piano, conosco ao redor, e dali a pouco estava feito.

JP: Isso foi ao vivo.

AC: Ao vivo no estúdio.

JP: […] Não havia uma grande sala onde dizem: “Você naquele box, e você naquele outro box”, quero dizer, foi ao vivo mesmo, no estúdio.

AC: (tocando os próprios braços) Acho que ficou McCartney em mim. (risos)

JD: Uma das minhas memórias desse momento, que vou guardar em meu cérebro até, você sabe, até virar fumaça, é de quando olhei para Alice quando Paul estava fazendo a música dele, tocando o piano e cantando, e olhei para Alice e ele: (imita Alice sussurrando na presença de Paul) “Ah, meu Deus”. E eu estava tipo… (gesticula como estava tocando) E Joe tocando olhando pra mim: (imita Joe sussurrando) “Meu Deus, cara”. (risos)

JP: […] Quando Paul entra no local, ele é Senhor Paul. Então pra nós foi um momento muito mágico.

“Última pergunta: O álbum de vocês foi lançado hoje, o “Hollywood Vampires”. Por que escolheram um livro como capa?”

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AC: Eu gostei da ideia de que tivesse a aparência de um disco antigo dos Hollywood Vampires. Como se alguém tivesse pegado um grande achado, como se pudesse abrir e descobrir toda a história dos Hollywood Vampires, só que não abriu ainda. A capa fala por si só, que tem muita coisa ali dentro. Tem muita coisa acontecendo ali, muitas memórias e todo o mistério daquilo. Você sabe. “Quem são eles? Onde estão? Como conseguiram isso…?” Sabe, uma agradável nostalgia, tal qual a música, aquele agradável e velho sentimento do rock ‘n’ roll das décadas de 60 e 70, que é o tipo de coisa que faz falta hoje. Tem um tipo de sentimento confórtavel na coisa toda. […] Então vem o Hollywood Vampires como ouro sujo. Sabe, era isso que realmente queríamos.

JP: Não poderia ter uma capa melhor para descrever isso.

JD: Realmente é isso que o Alice disse, é como você abrir um livro com segredos, histórias, memórias e lendas.

[…]

Equipe Johnny Depp Forever
Não esqueça os devidos créditos!

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