Johnny Depp Forever
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Relato de fã: “Meu encontro com Johnny Depp”
julho 20, 2012

Andrea Foshea escreveu um relato no qual compartilhou sobre seu encontro com Johnny e o que ela fez antes de vê-lo. O encontro aconteceu no mês passado, em Creede, no Colorado. Confira a tradução a seguir.

Para os outros, e a maioria das pessoas em meu círculo de familiares e amigos, eu sou uma mulher gentil de certa idade. No entanto, em Creede [algumas] semanas atrás, meu mundo se transformou em diversão, emoção e um pouquinho de glória – eu conheci Johnny Depp. Será que ele vai lembrar de mim? Talvez; que outro homem ou mulher esteve lá completamente maquiado com um corvo montado em sua cabeça? No mínimo, sou aventureira. E corajosa…

Quando nós planejamos ir a Creede em junho, eu falei a amigos sobre o remake do filme “The Lone Ranger” programado lá e disse que duvidava que teria encontros com astros de cinema. Mas começou a crescer um pensamento que, de alguma forma, através da minha própria criatividade, pude me sentir parte disso, e homenagear as filmagens que aconteciam em meu lugar mais especial, Creede.

Tendo visto fotos do personagem de Johnny Depp, “Tonto”, eu tinha uma vaga idéia do que seria seu figurino. Como também estava um pouco familiarizada com a pintura de Kirby Sattler, “I Am Crow”, eu entendi qual era a base para o traje. Clique para continuar lendo >>>

Assim, uma viagem para Alamosa para comprar um pedaço de tecido preto me levou em meu caminho para criar a minha própria roupa, que eu chamei, “Crow Hag”. Cortei o pano à mão livre na forma de um corvo; costurei à mão, preguei os olhos pintados e colori o bico com lápis de cor aquarela. Uma copa de chapéu remodelada, alguns lenços, alguma fita indígena, fitas trançadas, contas, jóias indígenas, e uma pena completaram o conjunto. (A pena foi um motivador. Eu não conseguia encontrar a pena certa, e no dia antes de eu começar o corvo, o vento soprou uma pena de falcão para os meus pés e ela estava lá. Era um sinal).

A camisa de pesca cor de ferrugem do meu marido, com cinturão, serviram como o toque final. O rosto pintado foi parte essencial do guerreiro. Olhei e olhei para o óxido de zinco puro para fazer a cobertura branca no rosto, mas, finalmente, tive que me contentar com um revestimento de Caladryl, com um acabamento de pó de arroz luminoso. As listras pretas foram fáceis o suficiente com o lápis delineador preto e sombra preta. Eu olhei para o espelho e lá estava a “Crow Hag”. Minha herança indígena tinha vindo à vida na minha frente. Sentindo-me um pouco ansiosa, sussurrei uma oração para simplesmente me divertir e fazer os outros sorrirem.

Percorrendo as vitrines de lojas em Creede com meu amigo e colega artista, Jennifer Hammer, tomei consciência de que parecia estar “no personagem”. Amigos que me conhecem há anos, não conseguiram reconhecer que era eu, Andrea. Os estranhos ficaram olhando e outros disseram palavras de encorajamento ou ficaram completamente parados, se perguntando, eu tenho certeza, se talvez eu fosse parte da equipe do filme. Depois de uma foto e bate-papo no portão de segurança da Disney, fomos ao escritório do xerife Fred Hosselkus e causamos alguma agitação. Mais fotos e, em seguida, um bom homem com um sotaque britânico perguntou sobre minha maquiagem e figurino. Ele disse que era “Jerry”, um assistente de “Johnny”, e se eu gostaria de conhecer o ator? Alguém na sala disse: “É aqui que você faz isso…” e demonstrou um aceno afirmativo. Então, eu disse sim com a cabeça e tirei fotos com o meu novo amigo, Jerry Judge.

Me disseram que eu iria receber uma ligação a respeito do local e hora, e pensei, “bem, apenas talvez”, mas era duvidoso.

Mais tarde naquele dia, Sandy Kroll de fato me chamou e, quando desliguei, me lembrei de onde a minha oração simples de me divertir e fazer as pessoas sorrirem tinha me levado naquele dia.

Naquela noite, depois de uma espera muito longa, com muitos outros fãs, eu tive a oportunidade de conhecer Johnny Depp. Ele sorriu, expressando aprovação e um pouco de espanto pelos meus esforços para prestar homenagem ao seu personagem e ao filme. Pedi-lhe para assinar minha camisa, o que fez com graça e cuidado: “Para Andrea, meus melhores votos, Johnny Depp”. Meu marido diz que vai comprar uma nova camisa de pesca… a autografada está pendurada no meu armário com a pena de falcão e fitas trançadas.

Obrigado, Johnny Depp, Jerry Judge, Michael Singer, Darrell (que ajudou as coisas a acontecerem ao longo daquela noite de sexta-feira), Will Harper (um dublê incrível com uma história de vida ainda mais surpreendente), o xerife Fred Hosselkus, e todos os outros que me permitiram ter uma idéia e sentir-me uma parte minúscula da magia do cinema.

Quem teria pensado que uma mulher que é uma esposa, avó, mãe, que gosta de pintar, e se move sobre uma idéia quando o vento carrega uma pena falcão para seus pés, teria tal experiência? Quem teria pensado que uma mulher, que normalmente é pouco notada, teria agora a atenção arrebatada dos mais jovens com a mera menção de que ela conheceu Johnny Depp em Creede em uma clara, nítida noite de sexta-feira?

Com firmeza, balanço a cabeça afirmativamente – que seria eu.

Nota do Editor: Andrea Foshea é residente Glen Rose, Texas, que foi de férias a Creede nos últimos 12 anos. É o seu “lugar feliz”.

Fonte

Tradução e adaptação: Cristina – Equipe Johnny Depp Forever
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