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outubro 15, 2011

Uma pequena entrevista de Johnny e comentários de Graham King e Amber Heard ao blog Speakeasy, do Wall Street Journal.

Por Timothy Lloyd

Um novo papel para Johnny Depp: rato de biblioteca.

Na estréia de “The Rum Diary”, Depp revelou seu lado literário, expressando uma predileção por quase todos os gêneros. Perguntado pelo Speakeasy sobre o que ele está lendo, Depp desfiou uma lista de obras contemporâneas e clássicas, que inclui ficção, não-ficção e poesia.

“Eu comecei a ler ‘The Psychopath Test’, que achava que era muito bom”, disse Depp ao Speakeasy, referindo-se à recente obra de psiquiatria e psicologia do jornalista Jon Ronson. “Estou relendo ‘Ulysses’ de James Joyce e fui re-ler um pouco de ‘Finnegans Wake’ [também de James Joyce], que é impossível passar.”

Depp disse que também lê Dylan Thomas, em particular, a poesia do escritor galês. Clique para continuar lendo >>>

Claro, Depp não é estranho aos filmes inspirados por grandes escritos. Em “Dead Man”, de Jim Jarmusch, Depp interpreta um personagem chamado depois de William Blake, poeta britânico romântico. Mais tarde, ele interpretou o personagem principal na adaptação de Hunter S. Thompson por Terry Gilliam, “Medo e Delírio”.

O ator retorna ao mundo Thompson em “The Rum Diary”, que é baseado em experiências do escritor como um jovem repórter em Porto Rico. A história segue as aventuras de Paul Kemp, que bate de frente com um corrupto empresário americano, interpretado por Aaron Eckhart.

O primeiro a chegar foi Graham King, produtor do filme. King, que também produziu “Traffic”, “Os Infiltrados” e “The Town”, disse que “The Rum Diary” se beneficiou da experiência anterior de Depp com o trabalho de Thompson e da amizade que o ator havia feito com o escritor.

“O filme significa muito para ele,” disse King em seu sotaque inglês. “Ele conhecia o papel.”

Pouco depois, Amber Heard, que interpreta uma mulher dividida entre os personagens de Eckhart e Depp, arrancou “ooohs” e “ahhhs” da multidão. Heard também falou do filme em termos literários, dizendo que sua personagem é um “símbolo metafórico” e um “veículo para o público”, como ela viaja entre as classes sociais.

Membros da platéia pareciam gostar da exibição, que ocorreu no cinema do Los Angeles County Museum of Art. Eles aplaudiram e comemoraram quando o filme terminou com uma imagem de um Thompson sem camisa em uma cadeira reclinável, bebendo na praia. É a mesma foto de Thompson que aparece na capa do livro.

Fonte

Tradução: Cristina – Equipe Johnny Depp Forever – Não reproduza sem os créditos!

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